Temos nosso próprio tempo: Memória, temporalidade, consumo e imaginários juvenis sobre a década de 1980.

O que está em questão no reprocessamento do passado no presente são as organizações de memória social nas práticas autorreflexivas e midiáticas das juventudes 80 para compor um ponto de partida, uma espécie de lugar de ancoragem, nas busca por novos projetos identitários

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