Categoria: Tubo de Ensaio

Sensualização, deboche e resistência em Lia Clark

“Existe alguma resistência (política; subjetiva; estética) possível em contextos de entretenimento pós-massivo?” é com essa pergunta que Rose Rocha, professora titular do PPGCom da Escola Superior de Propaganda e Marketing – SP e Pós-Doutora em Ciências Sociais/Antropologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUCSP, e Marina Caminha, Pós-Doutora pelo PPGCom da Escola Superior de Propaganda e Marketing – SP e Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense – UFF, iniciam o artigo “Estéticas bastardas de subjetividades celebrizadas: sensualização, deboche e resistências no pop-funk de Lia Clark”. A partir desta pergunta, os autores no levam a entender as potências das subjetividades políticas encorpadas em Lia Clark – a análise é feita através tanto do corpo real de Lia, ou seja, entrevistas e falas, quanto através do aspecto midiatizado de Lia, videoclipes e letras de músicas.

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Alimentação e mídia a partir do consumo de café

O artigo traz, em três partes, uma análise da mídia contemporânea e de sua relação com o sujeito neoliberal, seguida de notícias selecionadas a partir da newsletter do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), finalizando com a análise do universo discursivo e ideológico presentes nesses textos tomando como princípio a relação café, saúde e consumo alimentar.

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Desejo, sexualidade dissidente e sensibilidade queer no documentário “Lovely Andrea” de Hito Steyerl

O artigo “Oh bondage! Up yours! Sexualidades dissidentes e manifestações não-normativas do desejo na obra de Hito Steyerl”, de Gabriela Machado Ramos de Almeida e Jamer Guterres de Mello, nos propõe um caminho de análise do documentário Lovely Andrea (2007), da artista, ensaísta e professora Hito Steyerl, a partir da chave da sensibilidade queer em diálogo com os feminismos dissidentes – a partir dos pensamentos de Paul B. Preciado. O artigo apresenta um caminho de construção de um desejo dentro de práticas sexuais dissidentes – neste caso, o bondage – a partir do resgate de uma fotografia, sendo este resgate a trama do documentário de Hito Steyerl.

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